16 de Julho - Sociedade dos Poetas Mortos
Direção: Peter Weir
Gênero: Drama
EUA - 1989
Duração: 2h 08min
Assistido: Netflix
Nota: 3
Já havia assistido, mas era bem nova, acho que tinha uns 14 anos no máximo. Lembro de ter gostado do filme.
Depois de vários anos, resolvo assistir novamente (lembro de ter ouvido falar em algum documentário ou entrevista e resolvi relembrar). Não lembrava de absolutamente nada.
Não sei se é baseado em algum livro ou algo assim, mas apesar de ter achado bem interessante, é óbvio que é um filme direcionado a um público bem específico: adolescentes masculinos.
Se você não se enquadra neste público, talvez não ache tão interessante. Primeiro porque depois de já termos passado pela adolescência tudo parece fazer mais sentido; Segundo, as mulheres que aparecem são apenas coadjuvantes na história e na vida dos homens: a garota loira que é simplesmente um troféu; as duas que são levadas para gruta e são tratadas como estúpidas por não perceberem que as poesias eram recitadas e não inventadas; e até mesmo a mãe do rapaz que não tem voz ativa na criação do próprio filho.
Mas isso tudo porque o filme foi feito numa época onde tudo era exatamente assim.
Se fosse refeito seria completamente diferente.
Porém, mesmo assim fala de assuntos bem relevantes como a individualidade, a criatividade no ensino, sonhos, relacionamentos com pais, suicídio, a honestidade e honra.
Apesar de ser longo, não é enfadonho. E o roteiro é muito bem conduzido. Sem contar a fotografia que também é bem feita.
Comecei a assistir na noite do dia 15, mas terminei na manhã do dia 16 de julho.

Comentários
Postar um comentário